<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11334751</id><updated>2011-12-14T01:53:42.903-02:00</updated><title type='text'>Maktub</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://paulittle.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulittle.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Paulo Wondjov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11794826490803269278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11334751.post-9053866870056941392</id><published>2011-07-21T11:37:00.000-03:00</published><updated>2011-07-21T11:51:32.523-03:00</updated><title type='text'>A mulher da minha vida</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sou um homem privilegiado. É assim, com um tom de aparente soberba, que começo este texto. Mas não se enganem, acredito que todos concordarão comigo ao término do texto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sou privilegiado porque tenho grandes mulheres em minha vida. Pra começar, claro, minha amada mãe, a quem devo muito do que sou e quem está sempre de braços abertos para me ajudar onde quer que eu precise. Também tenho uma irmã na mesma linha: dedicada, esforçada e sempre disposta a ajudar a quem precisa. Lembramos frequentemente das nossas briguinhas de irmãos na infância e, sempre com muitas risadas, contamos as peripécias para quem quiser ouvir. Nunca houve uma única briga real entre nós e, se não chegamos a trocar roupas, o único motivo é porque tenho um peso e tamanho bem maior do que ela além, evidentemente, eu não querer, jamais, utilizar seus vestidos. No mais, o que era de um era também do outro, como cremos que deve ser entre irmãos, pais, esposas, filhos e filhas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Há algum tempo, coisa de cinco anos, conheci outra mulher da minha vida: minha esposa. Nosso caso foge um pouco às histórias mais comuns, pois nos conhecemos nos bastidores de uma ópera de estudantes, onde eu era um dos coristas e ela a maquiadora do grupo. Bem, fazendo minha maquiagem, ela acabou me olhando tão profundamente nos olhos que arrebatou meu coração e já se vão cinco anos juntos, com direito a casamento Celta e uma festa bastante diferente. E, de tão especial que é esta mulher em minha vida, me trouxe outra mulher especial, ainda pequenina: sua filha, minha enteada, que é tão minha filha quanto é de minha esposa. Uma menina super esperta e agitada, com uma energia inesgotável e que, por isto mesmo, nos dá uma canseira só remediada pelo seu carinho, tão inesgotável quanto sua energia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Contudo, o objeto deste texto não é falar sobre nenhuma das mulheres acima, todas mulheres da minha vida e com uma importância incomensurável, mas da mais nova mulher em minha vida. Sim, ainda um projeto de mulher, mas sem dúvida a mulher que mais mudou a minha vida, especialmente se considerarmos um período recente. Minha filha mais nova, Samyah, veio ao mundo em Junho de 2009 e, desde o exato momento de seu nascimento, deu para mim a maior emoção que um pai pode ter, que é ver sua filha sair do conforto e proteção da mãe para meus braços. É gostoso brincar com minha esposa e dizer que ela carregou a pequena por nove meses, mas fui eu quem a segurou nos braços primeiro. E daí para a frente foram sucessões de novidades: a primeira vez que sentou sozinha, as tentativas de se levantar, em pé segurando nossas mãos, esboços das primeiras palavras, enfim, a cada dia uma novidade deliciosa de ver acontecer. Até que...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;No início de 2011, passamos alguns dias em viagens de férias, onde nos deliciamos com cachoeiras, trilhas e tudo mais que um passeio ecológico pode oferecer. Quando voltamos, começou o que eu posso considerar o período mais difícil de minha vida: a Samyah teve contato com uma bactéria chamada Escherichia Coli e esta bactéria causou uma Síndrome Hemolítico Urêmica em seus rins. Traduzindo em miúdos: os dois rins pararam de trabalhar completamente. Em dois dias apenas, saímos de um estado de felicidade para o desespero, pois a situação dela ficou tão grave que fomos aconselhados pelos médicos a nos prepararmos e à nossa família para a perda de nossa bebê. E então nossa rotina foi drasticamente alterada, minha esposa diariamente no hospital e eu em visitas diárias, com algumas pessoas nos ajudando muito, especialmente com nossa filha mais velha. Em um destes dias, tanto eu quanto minha esposa, já esgotados pelo cansaço e estresse com a situação, tivemos uma discussão. Neste dia eu chorei... Chorei forte e profundamente, como não acontecia havia mais de quinze anos. Foi um desabafo fortíssimo, embalado pelo medo da perda de minha filha. Com este desabafo chegou uma espécie de consolo espiritual, que foi se transformando em entendimento e aprendizado nos dias que se seguiram. Cada dia uma coisa nova, um entendimento mais amplo de várias coisas e a esperança pela melhora da pequena sempre se renovando. Até que, finalmente, saiu a primeira gota de urina na sonda, depois de mais de dez dias sem. Festa! Iniciamos um processo de quase euforia, pois a Samyah passou a reagir muito rapidamente ao tratamento e a quantidade de urina aumentava exponencialmente a cada dia. A isto se seguiram as adequações nas medicações, sondas retiradas e também o respirador, aquela coisa que deixa os enfermos com uma aparência tão pesada, foi removido. Finalmente nós pudermos ver o rosto sereno de nossa pequena livre dos aparelhos. Finalmente, com o término da sedação, ela acordou, e pudemos contemplar aqueles olhinhos tristes brilhante e nos pedindo colo. Claro que estava muito nervosa, sem saber o que estava se passando e sem conseguir se mexer muito bem. Mas estava viva, fora de risco de morte e podendo ser aconchegada novamente em nossos braços. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Assim se seguiram os dias, até completarem 32 dias de internação, 29 destes na UTI. A Samyah virou xodó das enfermeiras e equipe médica, encantando a todos com suas peripécias. Quando teve alta, a Samyah ainda tinha pequenos problemas de orientação motora, coisa já resolvida apenas dez dias após a alta médica. E embora o tratamento que ela esteja fazendo ainda possa durar muitos meses e restar alguma seqüela, voltou a ser aquela criança arteira, sorridente e fazedora de nossa mais completa felicidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Durante este mês - que mais se pareceu com um ano - aprendi que nunca havia tido problemas de verdade, apenas pequenos contratempos e que há pessoas com problemas infinitamente mais sérios que os meus. Também aprendi que receber ajuda de pessoas que você não espera receber, até de pessoas da empresa onde você trabalha e que mal conhece, é uma surpresa extremamente gratificante e que nos faz valorizar cada pequeno ato de bondade e, principalmente, valorizar cada ser humano com suas qualidades e seus defeitos. Enfim, aprendi tantas coisas que poderia escrever um livro inteiro, mas, especialmente, aprendi a dar valor às coisas que eu sempre tive e que não valorizava como devia: Amor, Amizade e Família. Estes são os pilares que levarei para o resto dos meus dias. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Como eu disse lá em cima, me considero mesmo um homem privilegiado, afinal, tenho muitas mulheres em minha vida, todas com sua importância e todas necessárias para meu viver. Mas foi por tudo que passei e aprendi nestes últimos dias que escolhi minha pequena filha Samyah para homenagear como "A mulher da minha vida."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;* Este texto foi um dos vencedores de um concurso cultural realizado na empresa onde trabalho, onde os participantes deveriam fazer um texto sobre "a mulher da sua vida" e justificar os motivos da escolha.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11334751-9053866870056941392?l=paulittle.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulittle.blogspot.com/feeds/9053866870056941392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11334751&amp;postID=9053866870056941392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/9053866870056941392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/9053866870056941392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulittle.blogspot.com/2011/07/mulher-da-minha-vida.html' title='A mulher da minha vida'/><author><name>Paulo Wondjov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11794826490803269278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11334751.post-629216740434791470</id><published>2009-11-22T11:54:00.001-02:00</published><updated>2009-11-22T12:06:20.975-02:00</updated><title type='text'>Longe de ti</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Longe de ti        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Sinto a noite ser longa        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font color="#0000a0"&gt;&lt;strong&gt;Vejo um sol sem brilho          &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;E um trem sem seu trilho&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Longe de ti        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Sinto a cama vazia        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font color="#0000a0"&gt;&lt;strong&gt;A comida tão fria          &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;E o ar se esvai&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Longe de ti        &lt;br /&gt;Sinto falta de vida         &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font color="#0000a0"&gt;&lt;strong&gt;Qual estrela caída          &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;No espaço perdida&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Longe de ti        &lt;br /&gt;Faz-me falta o sorrir         &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font color="#0000a0"&gt;&lt;strong&gt;Dos amores que aí          &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Me estão a esperar &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Volto pra ti        &lt;br /&gt;Pra minha vida alegrar         &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font color="#0000a0"&gt;&lt;strong&gt;E o amor bem pulsar          &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Ao te reencontrar&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Pois somente em ti        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000a0" face="Arial"&gt;Tenho a alma aquecida        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font color="#0000a0"&gt;&lt;strong&gt;Reencontro a paz perdida          &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;O meu único Amar.&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" size="1" face="Arial"&gt;(escrita durante uma viagem a serviço)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11334751-629216740434791470?l=paulittle.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulittle.blogspot.com/feeds/629216740434791470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11334751&amp;postID=629216740434791470' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/629216740434791470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/629216740434791470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulittle.blogspot.com/2009/11/longe-de-ti.html' title='Longe de ti'/><author><name>Paulo Wondjov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11794826490803269278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11334751.post-2190333530130864579</id><published>2008-08-07T21:29:00.001-03:00</published><updated>2008-08-07T21:30:05.317-03:00</updated><title type='text'>
 </title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;font face="verdana" color="#0373fc"&gt;&lt;strong&gt;Pra sempre&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana" color="#0373fc"&gt;Se eu dissesse a ti que te gosto     &lt;br /&gt;Seria a maior injusti&amp;#231;a do mundo!      &lt;br /&gt;Pois ningu&amp;#233;m, mais que eu, ora! aposto,      &lt;br /&gt;Sente algo t&amp;#227;o forte e profundo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana" color="#0373fc"&gt;Se eu dizer que muito te quero     &lt;br /&gt;Mentiria! &amp;#201; pouco a dizer      &lt;br /&gt;&amp;#201;s a flor que eu mais venero,      &lt;br /&gt;E o sol do meu dia ao nascer. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana" color="#0373fc"&gt;Mas te digo, meu anjo, baixinho...     &lt;br /&gt;P&amp;#233;-do-ouvido, quase a sussurrar:      &lt;br /&gt;Eu te Amo t&amp;#227;o profundamente,      &lt;br /&gt;Que pra sempre eu hei de te Amar!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11334751-2190333530130864579?l=paulittle.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulittle.blogspot.com/feeds/2190333530130864579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11334751&amp;postID=2190333530130864579' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/2190333530130864579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/2190333530130864579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulittle.blogspot.com/2008/08/pra-sempre-se-eu-dissesse-ti-que-te.html' title='&#xA; '/><author><name>Paulo Wondjov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11794826490803269278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11334751.post-3315316771209711943</id><published>2008-01-15T12:10:00.001-02:00</published><updated>2008-01-15T12:14:26.968-02:00</updated><title type='text'>Novo ano! Novas atitudes!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 10, 09, 08, 07, 06, 05, 04, 03, 02, 01... calma... calma... eu sei... eu sei... o ano j&amp;#225; acabou. Na verdade gostaria de aproveitar o clich&amp;#234; e fazer aquela velha - e muitas vezes necess&amp;#225;ria - reflex&amp;#227;o de in&amp;#237;cio de ano. Ressalto que n&amp;#227;o h&amp;#225; qualquer pretens&amp;#227;o no que escrevo a seguir. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &amp;#201; bem certo que a cada etapa que se encerra ouvimos algu&amp;#233;m a nos dizer, com certa voz apocal&amp;#237;ptica : &amp;#8220; - Nossa! Os anos passam cada vez mais r&amp;#225;pido!&amp;#8221;&amp;#160; Meus caros, n&amp;#227;o caiam nessa lorota. Os anos continuam tendo 365 dias, como sempre! Vez por outra temos at&amp;#233; um diazinho de lambuja. Os dias duram exatas 24 horas; estas por suas vez, compreendem o per&amp;#237;odo de 60 minutos. E segundo meus parcos conhecimentos cient&amp;#237;ficos, a Terra continua girando na mesma velocidade, talvez um pouco fora do eixo, mas sempre mostrou-se competente para perfazer seus trajetos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Por isso tocou-me refletir sobre essa sensa&amp;#231;&amp;#227;o que tanto nos seduz e, vez ou outra, nos faz acreditar que algu&amp;#233;m com muito senso de humor e nada para fazer se diverte em acelerar os ponteiros do rel&amp;#243;gio com dedos invis&amp;#237;veis... Confesso que essa seria uma explica&amp;#231;&amp;#227;o bastante c&amp;#244;moda, mas certamente n&amp;#227;o reflete a realidade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Vejamos ent&amp;#227;o. Se nos coubesse recordar dos momentos que passamos durante o ano que se encerrou, o que nos viria a mente? Um rancor muito forte, um arrependimento, talvez uma trai&amp;#231;&amp;#227;o ou ofensa que nos fizeram ou fizemos a algu&amp;#233;m, qui&amp;#231;&amp;#225; uma aus&amp;#234;ncia imensur&amp;#225;vel. E para n&amp;#227;o ficar somente em maus sentimentos, talvez lembremos de um romance que valeu a pena, uma viagem r&amp;#225;pida, quem sabe uma comemora&amp;#231;&amp;#227;o, anivers&amp;#225;rio, promo&amp;#231;&amp;#227;o profissional, etc. Entretanto, como se percebe, nossa mem&amp;#243;ria cuida somente de alguns acontecimentos que nos assolaram, surpreenderam e emocionaram no correr do ano. Isso me faz crer que, ou estamos sendo tra&amp;#237;dos pela nossa capacidade de recordar, ou uma mudan&amp;#231;a nada agrad&amp;#225;vel ocorre em nosso interior. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Sem me estender em demais especula&amp;#231;&amp;#245;es e diante das viv&amp;#234;ncias colhidas, chego a conclus&amp;#227;o de que&amp;#160; a cada ano que passa nos tornamos pessoas cada vez mais INSENS&amp;#205;VEIS.&amp;#160; Acredito que n&amp;#227;o &amp;#233; nossa mem&amp;#243;ria que nos prega pe&amp;#231;a, somos n&amp;#243;s que passamos a atribuir valor somente para acontecimentos que realmente nos afetaram, ou seja, parece-me que uma experi&amp;#234;ncia s&amp;#243; &amp;#233; digna de ser relembrada se nos atingiu de maneira forte e profundamente. E se somente lembramos desses eventos isolados, persistem as&amp;#160; perguntas: onde se esconde a lembran&amp;#231;a daquela gargalhada sem motivo? Daquela sensa&amp;#231;&amp;#227;o de entrar em um lugar pela primeira vez? Da conversa com uma pessoa desconhecida? Da primeira noite fria de inverno? De alguns instantes de sil&amp;#234;ncio esclarecedor? Daquela m&amp;#250;sica que n&amp;#227;o saiu da cabe&amp;#231;a e nos reporta h&amp;#225; um evento qualquer? &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; N&amp;#227;o tenham d&amp;#250;vidas, n&amp;#243;s vivemos todos esses momentos. Vivemos todos os 365 dias do ano. Cada dia e cada noite foram experimentados, fizemos milhares de coisas e tivemos uma infinidade de pensamentos. No entanto, hoje, parece que todos essas fra&amp;#231;&amp;#245;es de tempo nos escaparam. Nossas mentes repletas de problemas e compromissos se mostraram suficientemente capazes de impedir que viv&amp;#234;ssemos a integralidade de cada dia de maneira consciente e imperativa. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Portanto, neste novo ano, toda manh&amp;#227; ao acordar, abra os olhos bem devagar, respire fundo durante alguns minutos. E, quando levantar, procure sentir seus p&amp;#233;s descal&amp;#231;os tocar a superf&amp;#237;cie fria do piso ou a textura do tapete. E antes que qualquer pensamento o aprisione, v&amp;#225; direto a um espelho com um sorriso largo e esperan&amp;#231;oso, para que diante de si mesmo voc&amp;#234; possa comprometer-se com o que tem de melhor, obrigando-se a fazer daquele, o melhor dia da sua vida. Pois, sem querer por em d&amp;#250;vida a f&amp;#233; dos que cr&amp;#234;em na felicidade do porvir, entendam que a vida s&amp;#243; existe para aqueles que compreenderam o segredo de viver a eternidade que habita esse perene AGORA! &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;Fraternalmente,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;Thiago Wondjov - Janeiro de 2008&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11334751-3315316771209711943?l=paulittle.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulittle.blogspot.com/feeds/3315316771209711943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11334751&amp;postID=3315316771209711943' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/3315316771209711943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/3315316771209711943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulittle.blogspot.com/2008/01/novo-ano-novas-atitudes.html' title='Novo ano! Novas atitudes!'/><author><name>Paulo Wondjov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11794826490803269278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11334751.post-7272525478904152303</id><published>2008-01-14T17:45:00.001-02:00</published><updated>2008-01-14T22:45:36.789-02:00</updated><title type='text'>Réveillon nas pedras de São Thomé</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Pegamos a estrada j&amp;#225; passava das 19:00 horas. O destino era S&amp;#227;o Thom&amp;#233; das Letras, a internacionalmente famosa cidade mineira onde se localiza um dos sete chacras do planeta. N&amp;#227;o seria a primeira ida para S&amp;#227;o Thom&amp;#233;, mas a terceira. Nas outras vezes eu n&amp;#227;o ouvi o chamado. Mas parece que desta vez eu comecei a ouvir a cidade chamar meu nome.    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;A viagem correu tranq&amp;#252;ila, com direito a uma parada r&amp;#225;pida para eu e a patroa esticarmos as pernas. Embora a Fern&amp;#227;o Dias n&amp;#227;o seja um primor de estrada, n&amp;#227;o est&amp;#225; imposs&amp;#237;vel trafegar nela e, quando passamos da divisa com MG, a coisa melhora muito. Ap&amp;#243;s passar por Tr&amp;#234;s Cora&amp;#231;&amp;#245;es, pegamos a estradinha para S&amp;#227;o Thom&amp;#233;, j&amp;#225; sem claridade para avistarmos as pedreiras que dominam a regi&amp;#227;o. Ruim porque n&amp;#227;o se tem a bela vista, bom porque n&amp;#227;o pudemos ver a devasta&amp;#231;&amp;#227;o causada pelas pedreiras. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.google.com/paulomfs/R4u7nq1vj6I/AAAAAAAAADI/6LatV8bb3Ws/PC210623%5B2%5D"&gt;&lt;img height="244" alt="PC210623" src="http://lh3.google.com/paulomfs/R4u7oK1vj7I/AAAAAAAAADQ/tRhLCfA2wXs/PC210623_thumb" width="184" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Antares&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Enfim chegamos, j&amp;#225; ap&amp;#243;s as 22:30 horas. A cidade estava infestada de turistas, nunca a vira t&amp;#227;o cheia! V&amp;#225;rias pessoas tentando descolar as poucas vagas que ainda existiam nas pousadas, casas, quartos e etc. Desfizemos as malas e j&amp;#225; come&amp;#231;amos a prosear com nosso &amp;quot;hospedeiro&amp;quot;, o Paulinho, conhecido pela cidade toda. Juntou-se a n&amp;#243;s um casal ali hospedado e at&amp;#233; umas musiquinhas sairam do viol&amp;#227;o que empunhei. Enferrujado? Bah, praticamente ferrugem pura nos dedos! Mas conversamos um bocado at&amp;#233; decidirmos dar uma volta pela pra&amp;#231;a. Volta dada, fomos dormir, porque o dia seguinte reservava muitas atividades.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.google.com/paulomfs/R4u7qa1vj8I/AAAAAAAAADY/jSR2dpCJGrI/PC220669%5B2%5D"&gt;&lt;img height="184" alt="PC220669" src="http://lh6.google.com/paulomfs/R4u7t61vj9I/AAAAAAAAADg/pf3Kb2_7nUc/PC220669_thumb" width="244" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Eu disse que at&amp;#233; bode vai pra Pir&amp;#226;mide ver o p&amp;#244;r-do-Sol?&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Sa&amp;#237;mos depois de um caf&amp;#233; regado a muito papo com a senhora que cuidava da pousada. Foi muita andan&amp;#231;a em estradas de terra, sempre&amp;#160; em busca das diversas cachoeiras que existem nos arredores. Fomos em algumas pr&amp;#243;ximas e em outras mais distantes, tentando driblar a lota&amp;#231;&amp;#227;o dos turistas que invadiram S&amp;#227;o Thom&amp;#233;. Eubiose, Fl&amp;#225;vio, V&amp;#233;u de Noiva, Para&amp;#237;so e Antares. Uma maratona que levou todo o dia e nos cansou um bocado. Mas uma del&amp;#237;cia de passeio com belas paisagens que exibiram a natureza em seu esplendor.&amp;#160; J&amp;#225; de noite nos encontramos, na Pousada do Sol, com o Carlos (propriet&amp;#225;rio), Maura e amigos para uma discuss&amp;#227;o sobre religi&amp;#227;o e metaf&amp;#237;sica. Foi divertido pra caramba e acabamos indo dormir tarde novamente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.google.com/paulomfs/R4u7uq1vj-I/AAAAAAAAADo/KY9frAXeluE/PC220659%5B2%5D"&gt;&lt;img height="184" alt="PC220659" src="http://lh6.google.com/paulomfs/R4u7v61vj_I/AAAAAAAAADw/bWQdG9Yn0f4/PC220659_thumb" width="244" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;P&amp;#244;r-do-Sol na Pir&amp;#226;mide&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Conforme combinado, sa&amp;#237;mos logo cedo com Carlos, Maura, &amp;#201;rica e Torrigo em busca das cachoeiras escondidas na ro&amp;#231;a, chamadas de Cacimbas. Foram muitos km pelas estradas de terra, pirambeiras e com um sol que cozinhava o verde da regi&amp;#227;o. Em dado momento deixei mei valente Fiesta parado num plat&amp;#244; para acompanhar o Carlos em seu Dobl&amp;#244;, mais apropriado para o trecho que vinha a seguir. Mas nem o Dobl&amp;#244; resistiu &amp;#224; estrada e atolou. Coube ao Torrigo, com seu jipe, rebocar-nos uns metros acima para continuarmos o passeio. Ent&amp;#227;o chegamos ao fim da estrada e nem sinal de cachoeira. O que fazer? Dividimos os times em Feminino e Masculino, cada um com seu r&amp;#225;dio, e fomos em busca das quedas. Menos de dez minutos depois recebemos o aviso Feminino: &amp;quot;Encontramos uma queda bem grande, corram pra c&amp;#225;!&amp;quot;. Com o orgulho masculino ferido, fomos ao encontro delas, que estavam euf&amp;#243;ricas com a descoberta. Pois bem, a queda era mesmo uma del&amp;#237;cia e ficamos por um tempo at&amp;#233; decidirmos buscar a queda original. Torrigo estava apressado e foi na frente, chegando numa pequena queda que formava uma piscina natural com espa&amp;#231;o para menos de dez pessoas. Como est&amp;#225;vamos em seis, deu para aproveitarmos sozinhos o lugar, desconhecido pela esmagadora maioria dos turistas. Enfim, desistimos de buscar a queda original, cansados que est&amp;#225;vamos da aventura. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.google.com/paulomfs/R4u7xK1vkAI/AAAAAAAAAD4/8IveDvHv7bQ/PC230677%5B2%5D"&gt;&lt;img height="244" alt="PC230677" src="http://lh5.google.com/paulomfs/R4u7yq1vkBI/AAAAAAAAAEA/KCOlQ4rHqRA/PC230677_thumb" width="184" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Ok, ok, voc&amp;#234;s venceram...&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;Banho tomado, fomos &amp;#224; Pir&amp;#226;mide para ver o bel&amp;#237;ssimo p&amp;#244;r-dpo-Sol, junto de muitas pessoas. At&amp;#233; um simp&amp;#225;tico bode nos acompanhou, ao lado de sua 'dona', uma hippie tamb&amp;#233;m simp&amp;#225;tica. J&amp;#225; de noite, pr&amp;#243;ximo da meia-noite, nos encontramos com o Samuca e a Tihana, como combinado, para ver a passagem do ano l&amp;#225; nas pedras. A&amp;#237; veio a nossa - minha e da Carol - surpresa: milhares de pessoas rumaram para as pedras! Por toda a extens&amp;#227;o v&amp;#237;amos pessoas, fam&amp;#237;lias, crian&amp;#231;as e at&amp;#233; cachorros para verem a passagem nas alturas de S&amp;#227;o Thom&amp;#233;. Quando come&amp;#231;aram os estouros dos fogos foi uma gritaria s&amp;#243;. Agora imaginem: cerca de dez mil pessoas gritando e energizando, do alto de um imenso quartzito, considerado um dos chacras do planeta... foi uma coisa incr&amp;#237;vel, indescrit&amp;#237;vel e inesquec&amp;#237;vel! Uma vis&amp;#227;o pra levar como recorda&amp;#231;&amp;#227;o e par&amp;#226;metro para repetirmos a id&amp;#233;ia. Simplesmente maravilhoso!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.google.com/paulomfs/R4u7za1vkCI/AAAAAAAAAEI/zMsbLghjgr4/PC230727%5B2%5D"&gt;&lt;img height="184" alt="PC230727" src="http://lh3.google.com/paulomfs/R4u70K1vkDI/AAAAAAAAAEQ/HyVzop2vFWs/PC230727_thumb" width="244" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&amp;#201; n&amp;#243;is nas Pedra, mano!&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Dia segiunte, dia de vir embora. Mas opa! Espere um momento que d&amp;#225; tempo para mais uma visitinha. Fomos para o Vale das Borboletas, na esperan&amp;#231;a de terem parado com a degrada&amp;#231;&amp;#227;o que tanto nos decepcionou na &amp;#250;ltima ida para S&amp;#227;o Thom&amp;#233;. E como valeu a pena. O Vale est&amp;#225;, aos poucos, voltando a ser bel&amp;#237;ssimo. J&amp;#225; n&amp;#227;o h&amp;#225; mal cheiro nas &amp;#225;guas, est&amp;#227;o l&amp;#237;mpidas como antes e as quedas voltaram a ter sua for&amp;#231;a. Lindo e imperd&amp;#237;vel! Poucos metros mais abaixo, seguindo o leito, h&amp;#225; um pequeno tobog&amp;#227; natural, com outra deliciosa piscina natural. Nada como um delicioso banho de cachoeira antes de pegar a estrada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.google.com/paulomfs/R4u71a1vkEI/AAAAAAAAAEY/f5dT-nigzBM/PC240737%5B2%5D"&gt;&lt;img height="184" alt="PC240737" src="http://lh4.google.com/paulomfs/R4u72a1vkFI/AAAAAAAAAEg/HI3qlUw06nk/PC240737_thumb" width="244" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;O Vale das Borboletas, belo novamente&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;E assim regressamos para sampa, felizes da vida pela excelente passagem de ano em S&amp;#227;o Thom&amp;#233; das Letras. Em tempo: desta vez comecei a entender melhor porque tanta gente que vai para l&amp;#225; n&amp;#227;o retorna... eu mesmo pensei muito nesta hip&amp;#243;tese. Nestas horas me arrependo de ser t&amp;#227;o ajuizado. Mas um dia eu vou e n&amp;#227;o volto!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Pra finalizar, um &amp;#243;timo 2008 para todos. Ou, como disse um feliz turista em S&amp;#227;o Thom&amp;#233;, FELIZ COGUMELO!!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.google.com/paulomfs/R4u73K1vkGI/AAAAAAAAAEo/nbuGKMzAiz4/PC230735%5B2%5D"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="184" alt="PC230735" src="http://lh5.google.com/paulomfs/R4u73q1vkHI/AAAAAAAAAEw/z07zBz8wWs0/PC230735_thumb" width="244" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11334751-7272525478904152303?l=paulittle.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulittle.blogspot.com/feeds/7272525478904152303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11334751&amp;postID=7272525478904152303' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/7272525478904152303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/7272525478904152303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulittle.blogspot.com/2008/01/rveillon-nas-pedras-de-so-thom.html' title='Réveillon nas pedras de São Thomé'/><author><name>Paulo Wondjov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11794826490803269278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11334751.post-7047054784856921675</id><published>2008-01-03T17:06:00.001-02:00</published><updated>2008-01-03T17:06:34.430-02:00</updated><title type='text'>O retorno</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Sauda&amp;#231;&amp;#245;es! :-)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ap&amp;#243;s um longo tempo sem postar, e com novo endere&amp;#231;o de blog, eis que retorno ao of&amp;#237;cio. N&amp;#227;o acredito que postarei com a mesma freq&amp;#252;&amp;#234;ncia de antigamente, mas sempre que poss&amp;#237;vel darei minhas aparecidas por aqui. E enquanto o novo post n&amp;#227;o vem, desejo a todos um excelente 2008, com muita For&amp;#231;a e Coragem. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Tudo de bom a todos!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11334751-7047054784856921675?l=paulittle.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paulittle.blogspot.com/feeds/7047054784856921675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11334751&amp;postID=7047054784856921675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/7047054784856921675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11334751/posts/default/7047054784856921675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paulittle.blogspot.com/2008/01/o-retorno.html' title='O retorno'/><author><name>Paulo Wondjov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11794826490803269278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
